top of page

Apresentando o portfólio do designer
All Posts


Entre a perfeição e a bondade: o que faz de Kara uma heroína?
"You don't have to be perfect. You just have to be good." Supergirl tá aí e eu não posso deixar de dizer que amei o filme. Me surpreendeu muito mais do que eu imaginava que iria. Milly arrasou no papel, definitivamente ela é a Supergirl. Os pontos que mais me agradaram foram como a história cresce lentamente e como você vai se envolvendo aos poucos com a obra. Pra algumas pessoas isso foi negativo, mas eu gostei porque fui sentindo as coisas junto com a Kara. Outra coisa que

Beatriz Assis
24 de jun.2 min de leitura


Crítica Marty Supreme: uma análise sobre fracasso, ambição e o falso sonho americano
Marty Supreme: crítica e análise de um filme sobre fracasso, ambição e o falso sonho americano Marty Supreme é um filme que me deixou sem palavras. Só de pensar no que assisti, ainda sinto uma espécie de vertigem. A narrativa se constrói como uma sequência quase ininterrupta de trambicagens e decisões absurdas, e eu nunca me sentia pronta para testemunhar a próxima cadeia de erros de Marty Mauser. É impressionante o quão fora da curva, quase insano, esse personagem se revela

Beatriz Assis
4 de fev.3 min de leitura


A humanidade que Frankenstein demora a enxergar
Frankenstein , de Guillermo del Toro , passa boa parte do tempo sendo entediantemente arrastado e só começa a dar sinais de vida quando o diretor resolve, enfim, olhar para a criatura. É nesse momento que Jacob Elordi se destaca, trazendo humanidade e curiosidade ao monstro e tornando interessante a descoberta de quem ele é e de onde veio. Pena que isso demore tanto para acontecer. Fora esse recorte, o filme não arrisca, não surpreende e caminha sempre no piloto automático.

Beatriz Assis
7 de jan.1 min de leitura


O caos como linguagem: maternidade, desejo e colapso em Die My Love
Die My Love é um filme confuso, exaustivo e profundamente caótico e, honestamente, é justamente isso que me prende nele. A Lynne Ramsay começa tudo num silêncio quase enganoso, com aquela câmera parada observando a casa como se algo estivesse prestes a apodrecer ali dentro. Quando o caos chega, ele não pede licença. Ele entra correndo, gritando, queimando tudo. O início ainda tem vida, desejo, música alta, corpos soltos. Depois do parto, tudo muda. A casa vira um espaço suf

Beatriz Assis
5 de jan.2 min de leitura


Entre a lucidez e o delírio: Bugonia e a lógica torta de Yorgos Lanthimos
Uma leitura crítica de Bugonia, de Yorgos Lanthimos, sobre loucura, sátira e a linha tênue entre delírio e lucidez.

Beatriz Assis
5 de jan.1 min de leitura


Quando o desespero vira método: a crueldade cotidiana de No Other Choice
No Other Choice foi uma surpresa real. Entrei achando que ia ser ok e saí completamente comprada. O filme parte de um problema extremamente atual e escolhe tratá-lo com um humor torto, quase cruel, que funciona demais. A ideia do protagonista concluir que, para ser aprovado em uma entrevista de emprego, só precisava eliminar os concorrentes literalmente é tão absurda quanto pertinente. Eu ri. Depois, fiquei chocada. Lee Byung-hun está absurdo aqui. E o mais interessante é j

Beatriz Assis
5 de jan.2 min de leitura
bottom of page